terça-feira, 27 de outubro de 2009
Hedgehog in the Fog, de Yuri Norshten (Rússia, 1975)
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Negativos
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Um país em uma sala
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Diacronia / Sincronia
Pizza
Nascimento em Paradoxo
Empresários imigrantes deram com a ideia das penny arcades (centros de diversões em que cada dispositivo de entretenimento custa um pêni), providas de caça níqueis e outros jogos, visores de cartões de mutoscópio e talvez um filme por cinco centavos num canto separado do resto por uma cortina, nos fundos do armazém. Os filmes revelaram-se populares. Os níqueis (moedas de cinco centavos) davam mais lucro do que pennies. De modo que os mesmos homens de negócios empreendedores transformaram armazéns vazios em cinema. Chamavam-se nicolets em uma cidade, nickeldromes em outras, nickelodeons com mais freqüência nas demais. E assim nasceu um vasto público novo de cinema (SKLAR, 1978, p. 26)
As exportações de filmes norte-americanos subiram de 36 milhões de pés em 1915 para quase 159 milhões em 1916, ou seja, quase cinco vezes mais. Quando a guerra terminou, dizia-se que os Estados Unidos estavam produzindo, aproximadamente, 85% de todos os filmes exibidos no mundo e 98% das películas exibidas na América do Norte (SKLAR, Idem, p. 62-63).
a ver dentro de si o enraizamento de um cinema importado e seus representantes, apenas levemente incomodados por uma produção local desprotegida, que atinge diferentes graus de desenvolvimento conforme a época e o país, mas fundamentalmente incapaz de lutar em igualdade de condições com grandes centros, mesmo no âmbito de seus próprios mercados internos (XAVIER, Idem).
Dados
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Mais uma vez
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
não.
não viver como o pombo que se alimenta de migalhas de pão, soltas diariamente por dedos rugosos que jamais irão acariciá-lo; dedos que continuam a mórbida jornada de alimentação para que a ave permaneça por perto, decorativa e passional, ao ponto de não sentir vontade de voar.
não.
não viver como o coelho que se sente na obrigação de ajudar o caçador ferido e que logo se culpa por não ser capaz de trazer um peixe, como fez o urso, ou de trazer um tatu, como fez a raposa, se lançando à fogueira como única forma possível de contribuir e superar sua condição.
não.
Cafuçu
domingo, 27 de setembro de 2009
Filmes de Infância: A Fortaleza (Austrália, 1986), de Arch Nicholson
À Deriva (Brasil, 2009), de Heitor Dhália

A começar, fui assistir À Deriva partindo da curiosidade em continuar acompanhando uma trajetória obra a obra e, de fato, temendo encontrar um diretor absorvido pela lógica de filmes-mundo, ou seja, dos filmes que já não possuem referência geográfica alguma e que mantém uma relação de produção internacional ao ponto de serem consumidos quase sem ruídos idiossincráticos para além-mar. Heitor Dhália fez algo longe disso: e o fez apesar de ter o risco em mãos, de tomar o âmbito familiar como objeto, tema universal por excelência, e de já saber, como um garoto não ingênuo, da natural repercussão que o filme tomaria fora do país por conta do esquema de produção, financiado pela Universal Pictures, e dos atores Vincent Cassel e Camille Belle. Conseguiu materializar, talvez, o que Krzysztof Kieslowski disse uma vez quando questionado sobre ir para França e perder a vertente do cinema nacional de seu país, a Polônia: não faço filmes poloneses, faço filmes como dor de garganta e dor de garganta as pessoas têm no mundo inteiro. Só que o significado da dor e da garganta se modifica a cada canto.
Particularmente, vejo À Deriva e penso nos coqueiros tortos pela ação do vento, nos objetos da casa de praia, nas cadeiras confortáveis para abrigar o corpo molhado, nas redes e sofás, nas roupas, na pouca roupa e em colocar a mesa no jardim. Vejo tudo isso através de uma fotografia que coloca a luz do dia como uma luz etérea, que pende entre a coloração do nascer e do pôr do sol, despertando um caráter não urbano e nostálgico que nos remete ao 'ser criança' durante a década de oitenta. E o que falar das longas temporadas na praia, das amizades e brigas monçônicas que não duram mais que um verão, de passar o dia inteiro na piscina, comer churrasco, de todo esse universo que nos distancia da arquitetura do cotidiano. Ainda mais quando somos crianças e estamos apenas aprendendo a se portar dentro do cotidiano. Há um pressuposto de paraíso idealizado, mas que habitado por homens, nos conduz, em fraturas, de volta ao mundano.
Nesse cenário, acompanhamos, através dos sentimentos da filha mais velha, a adolescente Filipa, a putrefação do relacionamento de um casal, que além de Filipa, possui dois outros filhos. Antes de mais nada, li algumas críticas que colocaram a interpretação de Laura Neiva quase como se a garota fosse uma tábua lisa sem expressão. Discordo e acho até meio cruel, não fazendo apologia à condescendência, mas porque gosto muito do tom da personagem: somos obrigados a seguir o mundo por seus olhos, olhos truncados, mas para nós, espectadores, não parece ser uma tarefa tão fácil, afinal ela empreende uma estranheza em sua personagem, que não nos aproxima dela, pelo contrário, nos deixa confusos porque nem sempre entendemos suas motivações. A dubiedade de tal comportamento se encaixa perfeitamente no corpo de menina-mulher, na encruzilhada de ser vista como criança graças a cegueira do amor paterno e vista como mulher sensual pelos impulsos dos rapazolas da rua. Filipa não se decide em qual caminho seguir, brinca e sente desejo. A cena final é marcante, spoiler, com ela saindo do barco onde teve sua primeira experiência sexual, sob os olhos do homem que a possuiu, e encontrando o pai, que pega a filha nos braços e a lava na água do mar. É de um poder simbólico imenso. Há um confronto natural entre o conforto dos braços do pai e a curiosidade pela errância juvenil.
Dentro disto, só acho que a escolha de Cauã Reymond para o elenco estremeceu um pouco a seriedade do filme(ao contrário de Débora Bloch que só fortaleceu), porque, sinceramente, ficou parecendo uma viagem de princesa para Laura Neiva: ela, uma desconheida; ele, o galã do momento. Devia ter achado o garanhão no orkut, assim como fez com a garota. Por sinal, Laura Neiva me ganhou a priori por, algo já recorrente no cinema brasileiro contemporâneo, risco e força de usar não-atores como atores pela primeira vez, tirando de seus olhos a grandeza de quem nunca passou por aquilo, algo que não consigo desvencilhar historicamente de Robert Bresson, fazendo com que Pickpocket (França, 1959) bata forte na cabeça. De certa forma, estamos sempre vivendo pela primeira vez, fazendo com que esta escolha, de modo geral, estimule os espectadores a buscarem em suas lembranças uma vida que se faz de momentos: a respiração presa e o frio na barriga de ver/ouvir seus pais brigarem e o peso, fascínio e medo que uma arma nas mãos pode dar. Outro filme que me invadiu durante À Deriva, foi O Mensageiro do Diabo (EUA, 1955), de Charles Laughton, por sustentar o terror basicamente ao brincar com o medo, universal, de perder os pais, a família, medo que lhe acompanha até o dia que acontece, mas que quando criança pode vir a ser uma espécie de quintessência do temor. Durante a infância, escutamos histórias distantes que aconteceram com alguém que não conhecemos e tememos, em urgência, coração disparado, que elas aconteçam conosco no próximo passo.
O filme recria cenas que são fortes para o imaginário de qualquer pessoa, afinal todos vivemos a instância filho, e se por um lado existem situações-limite que nos prendem o ar pela sua dimensão megalomaníaca, vem na cabeça filmes-catástrofe, Heitor se usa de momentos intimistas em dimensão micro que geram a mesma reação. O que para uma criança pode ser mais assustador que ver a mãe chorando? O que pode ser mais terrível que acordar e encontrar a mãe bêbada desmaida no chão da sala? O que pode ser mais incômodo que descobrir que o pai trai a mãe? Dada a recorrência em novelas, e o filme é sim um belo dum melodrama, tais situações podem parecer repetitivas e esvaziadas de fulgor, mas acredito que o cineasta conseguiu o grande feito de desbanalizá-las graças a um tratamento de especial sensibilidade. Enquanto nas narrativas fáceis, tais situações são sensacionalizadas, em À Deriva são simplesmente mostradas, parecendo recolocá-las em seu devido lugar do cotidiano, rememorando a força que existe instrinsecamente. Há uma emersão de memória violenta, fazendo de uma suposta história banal de traição, um drama pesado graças ao olhar pessoal que é impresso na confusão e conduta da personagem principal. Tanto que, spoiler, a sua obsessão pela traição do pai, chegando a espiar várias vezes a transa dele com a amante, nos deixa alheio por um tempo para o fato de que a separação está se consumando não por isso, atitude já aceita pelo casal, mas porque a mãe também traiu e está decida abandonar o lar.
Por fim, só queria reconhecer que pensando na trajetória de Heitor Dhália, pensando em Nina, que não é uma surpresa, mas que reconheço como um bom primeiro filme, e O Cheiro do Ralo, que me mostra uma maturidade artística imensa, ao final de À Deriva fico com a sensação de que temos nele um cineasta pronto, não tateante no que quer e no que consegue realizar, que domina as escolhas, que sabe como serão os cenários a partir de uma rememoração afetiva. Esperarei pelo próximo e 'crítica-cabeça' dizer que "Dhalia queria ter feito um ensaio de Laura Neiva para a Capricho, e não um filme" ou que "Ele faz o mar parecer de água doce, pois só filma o que já foi filtrado" é um pouco demais, não?
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Dissertando 2
Apesar de supostamente antagônicas, ambas as frentes só se fazem funcionais se lançadas de maneira simbiótica, afinal, decifrando o “hieroglifo social” (MARX: 2006, p. 96), percebemos que a negação se firma como uma negação domesticada, que acolhe as insatisfações – e finge satisfazê-las – afim de neutralizá-las. Trata-se de um modus operandis tão complexo que consegue confundir estatutos aparentemente contrários: o da absorção enquanto recurso capital e o da mudança real no âmago sociocultural. É por meio desta máscara que se confunde com rosto que as diferenças são exibidas “livres de tudo aquilo que as impregna de conflitividade” (BARBERO, J. M. : P. 250), que a culpa burguesa esparrama assistencialismo ineficaz, que transgressões simples são permitidas fazendo com que a inépcia humana se passe por transformação.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Dissertando
Portanto, o motivo de se empenhar na construção de uma sessão autônoma e de refletir sobre os caminhos alternativos para distribuição de filmes pressupõe uma inquietação com a realidade – inquietação com a dominância de modelos em substituição da coexistência – o que termina por se exprimir na consciência de que as exibições cineclubistas exaltem um caráter excepcional. Seja porque as obras não foram lançadas comercialmente no país, seja porque justamente são nacionais e não encontraram praça para circular, seja porque a cidade onde a iniciativa ocorre não possui um cinema sequer . A difusão de singularidades como norte a ser perseguido nos desperta para a importância de re-entrelaçar (e/ou estabelecer) o longo trajeto de codificação e decodificação , no sentido proposto por Stuart Hall (2003), através de circuitos subalternos de bens culturais.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Janela Internacional terá 80 curtas
Fellipe Fernandes
ffernandes@jc.com.br
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Janela de Cinema terá 150 filmes
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Multiculturalismo domesticado
Ao longo de pelo menos quatro décadas, as indústrias cinematográficas dos Estados Unidos e em menor escala do Reino Unido apostaram na produção de filmes, cuja referência cultural estava atrelada intimamente aos centros econômicos, ainda que o consumo devesse acontecer - e acontecia - de maneira massiva em diferentes periferias do mundo. Os produtos audiovisuais vinham com uma capa de universalidade, baseando seus personagens nos arquétipos de Joseph Campbell, introduzindo-os numa história simples, mastigada, em que se traça tranquilamente um percurso do herói. No entanto, essa proposta deixou de ser o modelo exclusivo de negócios do cinema comercial, pois nos últimos anos, a posição etnocêntrica passou a compartilhar da expansão comercial baseada no multiculturalismo, movimento que fica bastante claro com Quem quer ser um Milionário (Reino Unido, 2008), dirigido pelo britânico Danny Boyle. A produção vencedora de oito Oscar faz uma releitura videoclíptica da estética dos filmes de bollywood – indústria de cinema da Índia – criando uma caricatura ocidental dos valores e símbolos de uma cultura subalterna. O interesse aqui é dar uma dimensão identitária que procura transpassar, no campo da imagem, tanto o ponto ideológico de onde se fez a leitura como do fenômeno lido, quase criando uma obra-fetiche que fala um pouquinho em hindi, que usa uma trilha sonora local e se vende dizendo que o roteirista até visitou o país asiático três vezes. Tudo numa cor extremamente saturada.
O filme acompanha através de constantes flashbacks, a jornada do jovem Jamal que trabalha servindo chá em uma empresa de telemarketing, depois de passar por uma infância marcada por experiências, cômicas ou melodramáticas, de miséria e violência. O sonho do protagonista aparece alinhado ao princípio do capitalismo neoliberal, que coloca o sucesso como uma realização individualista, possibilitada exclusivamente graças a uma espécie hipócrita de perseverança. Na mesma pegada dos que se inscrevem no Big Brother como o grande projeto de suas vidas, numa mistura de ânsia financeira e vontade de se tornar uma celebridade, Jamal participa do popular programa de TV Quem Quer Ser um Milionário? e ainda que inicialmente seja um competidor desacreditado, vai encontrando respostas para as perguntas em fatos de sua vida. Plim, plim. Além da óbvia ironia da situação criada por Boyle, colocando a pobreza quase como um dom do conhecimento, o perigo já não é o de negar as diferenças, mas o de apropriá-las de forma instrumental para referendar um autoridade colonial. A cultura indiana é “revelada” ao mundo pelos olhos dos ingleses, reforçando clichês e amadurecendo diferentes contornos de dominação. Afinal, trata-se de uma assimilação antropofágica despolitizada, fazendo o multiculturalismo se transformar numa mercantilização da alteridade, um empacotador de particularidades e, portanto, uma ferramenta contemporânea de reordenação e administração do consumo cultural a nível global.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Procrastinação
Theodor Adorno.
Tempo Livre
Oswald, meu caro
É Toxoplasmose.
(escrito em algum passado sem data)
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Fingimentos
Treinamento
sábado, 18 de julho de 2009
Mudando




segunda-feira, 13 de julho de 2009
Descobrindo o mundo
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Curta?
Só lembrei de Mufasa.
(dica de mário)
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Be Kind Rewind
domingo, 5 de julho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Back to the Future
domingo, 21 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Béla Tarr no Cineclube Dissenso!
Caros, neste sábado (20), às 14h, daremos continuidade as atividades do Cineclube Dissenso em parceria com a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Para quem ainda não teve a oportunidade de participar de uma das sessões anteriores, a ideia é sempre apresentar obras raras, de difícil acesso e ausente do circuito exibidor, criando mais uma opção aos amantes do cinema na cidade. Contemplaremos dessa vez uma das peças-chave do cinema europeu contemporâneo: o cineasta húngaro Béla Tarr. Conhecido pela lendária obra-prima de sete horas e meia Satantango (1994), Béla Tarr tem nos apresentado nas últimas décadas um universo cinematográfico extremamente pessoal e desafiador. A sessão contará com a exibição de um de seus filmes mais recentes, As Harmonias de Werckmeister (2000), um misterioso retrato de uma pequena cidade do interior da Hungria transformada com a chegada de uma baleia gigante empalhada.
Dissenso - O Cineclube Dissenso surgiu a partir da criação do Blog Dissenso (www.dissenso.wordpress.com), parte do projeto de conclusão de curso de um de seus integrantes. A intenção era discutir a crítica cinematográfica e estimular um ambiente de debate cinéfilo, permeado pela coexistência de distintos discursos. O que começou como reuniões despretensiosas entre cinéfilos, tomou proporções maiores e se firmou como um novo espaço cineclubista entre estudantes de diversos cursos da UFPE.
A única premissa compartilhada internamente era a de que as obras escolhidas tivessem algum caráter provocativo, não fossem facilmente encontradas em qualquer prateleira de locadora e, de preferência, não possuíssem comercialização oficial no país. Formou-se assim o cineclube, que em quase um ano de existência assumiu uma clara preferência por projetos estéticos incomuns e diversos, em ciclos marcados pelas diferentes referências e repertórios cinematográficos de seus integrantes, em uma curadoria colaborativa que agrega vozes e olhares dissonantes.
SERVIÇO:
As Harmonias de Werckmeister (Béla Tarr, 2000, Hungria)
Sábado, 20 de junho, às 14h
Cinema da Fundação
Entrada Franca
Mais informações:
Rodrigo Almeida - 91684304terça-feira, 16 de junho de 2009
Jogatina Sentimental
Walter Benjamin, Rua de Mão Única, P. 104/105
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Troquem as cornetas!
Agradecido.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
crises antecipadas de meia-idade
Contando
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Mais dissenso!

A ideia, que é sempre apresentar obras raras, de difícil acesso e ausente do circuito exibidor, contempla dessa vez esse mestre do cinema oriental ainda pouco conhecido por aqui. Teshigahara se distingue na cinematografia japonesa como uma voz que soube, como poucas, aliar suas intenções estéticas com uma preocupação social que refletisse as condições da população de seu país, importando-se com a manutenção da identidade individual.
Dissenso - O Cineclube Dissenso surge a partir da criação do Blog Dissenso (www.dissenso.wordpress.com), parte do projeto de conclusão de curso de um de seus integrantes. A intenção era discutir a crítica cinematográfica e estimular um ambiente de debate cinéfilo, permeado pela coexistência de distintos discursos. O que começou como reuniões despretensiosas entre cinéfilos, tomou proporções maiores e se firmou como um novo espaço cineclubista entre estudantes de diversos cursos da UFPE.
A única premissa compartilhada internamente era a de que as obras escolhidas tivessem algum caráter provocativo, não fossem facilmente encontradas em qualquer prateleira de locadora e, de preferência, não possuíssem comercialização oficial no país. Formou-se assim o cineclube, que em quase um ano de existência assumiu uma clara preferência por projetos estéticos incomuns e diversos, em ciclos marcados pelas diferentes referências e repertórios cinematográficos de seus integrantes, em uma curadoria colaborativa que agrega vozes e olhares dissonantes.
SERVIÇO:
Ako (Hiroshi Teshigahara, 1965, Japão)
Otoshiana (Hiroshi Teshigahara, 1962, Japão)
Sábado, 13 de junho, às 14h
Cinema da Fundação
Entrada Franca
Mais informações:
Rodrigo Almeida
9168-4304terça-feira, 9 de junho de 2009
Ovelhas Negras
Festas
Dessa maneira os canos terminam entupidos.




